PANDEMIA DE LUCRO
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Por: RENATO FÉLIX
As nuvens negras já pairavam no ar desde o começo do ano de 1929. Em janeiro, Leon Trotsky é exilado da União Soviética, depois de ter criado o Exército Vermelho e de ter sido fundador e membro do Politburo, o comitê executivo do Partido Comunista. Isso já demonstrava o endurecimento do Stalinismo no país. No mês seguinte, na Itália, o ditador Benito Mussolini fazia um acordo com a Santa Sé, criando o Estado do Vaticano, através do Tratado de Latrão. “Com isso, Mussolini estava consolidado e recebia o apoio da Igreja Católica”, aponta José Octávio de Arruda Melo.
O pior ainda estava por vir. A produção industrial americana vinha caindo desde julho, mas em 24 de outubro aconteceu a queda drástica das ações na Bolsa de Valores de Nova York – que ficou conhecida como a Quinta-feira Negra. E milhares de pessoas perderam uma fábula de dinheiro literalmente na noite para o dia. A quebra da Bolsa agravou a recessão, causou uma grande inflação. O colapso continuou pela semana seguinte e se espalhou pelo mundo.
“Com o crack da Bolsa, surge a ideia de que, para enfrentar o problema, é preciso economias fortes”, afirma o historiador. “Argentina, Peru, Equador e Brasil entram em ditaduras nos anos seguintes, todas provenientes da crise de 1929”. Além disso, a Mandchuria, região chinesa, estava em um conflito interno onde um dos lados recebia apoio do exército japonês – que acabaria invadindo a região em 1931. A Itália de Mussolini invadiria a Etiópia em 1930. E, na Alemanha, o Partido Nazista estava crescendo, sob a liderança de Adolf Hitler. Eram os primeiros passos para a Segunda Guerra Mundial.
Rubinho e seu pé frio...
É muito mole mesmo, o cara num tá ganhando uma e ainda arruina a quem tenta chegar em primeiro, esse o caso da corrida de formula um, que a mola do carro Barrichelo atingiu o crânio de Felipe Massa.
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